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	<title>Arquivo para Venezuela - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Venezuela - Só Sergipe</title>
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		<title>O BRASIL SUBFINANCIA O SEU SISTEMA DE PROTEÇÃO SOCIAL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2019 17:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*) Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), um sistema de Proteção Social é definido como o “conjunto de ações, cuidados, atenções, benefícios e auxílios para a redução e prevenção de vulnerabilidades e riscos, vitimizações, fragilidades, contingências, que os cidadãos e suas famílias enfrentam na trajetória de seu ciclo de vida, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Emerson Sousa (*)</p>
<figure id="attachment_16764" aria-describedby="caption-attachment-16764" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-16764 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png" alt="" width="300" height="132" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-300x132.png 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-768x338.png 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética-1024x450.png 1024w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2019/03/economia-herética.png 1096w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-16764" class="wp-caption-text">Economia Herética</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Segundo o <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/protecao-social.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),</a></span> um sistema de Proteção Social é definido como o “conjunto de ações, cuidados, atenções, benefícios e auxílios para a redução e prevenção de vulnerabilidades e riscos, vitimizações, fragilidades, contingências, que os cidadãos e suas famílias enfrentam na trajetória de seu ciclo de vida, por decorrência de restrições sociais, econômicas, políticas, naturais ou de ofensas à dignidade humana”.</p>
<p style="text-align: justify;">As funções finalísticas de Proteção Social servem como um meio de expressão de como uma sociedade lida com as distorções geradas tanto no seio do meio ambiente quanto pelo modo de produção vigente. Quanto mais amplo, maior a sua capacidade em enfrentar tais desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">Números divulgados pela<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.social-protection.org/gimi/AggregateIndicator.action" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Organização Internacional do Trabalho (OIT)</a></span> mostram que o Brasil possui um sistema de Proteção Social que consegue atender a 59,4% de sua população residente em, pelo menos, um dos seus programas constituintes. Esse percentual é inferior aos apresentados pela Argentina (67,0%), Chile (69,2%), Costa Rica (72,0%), EUA (76,1%), Uruguai (94,5%) e Canadá (99,8%).</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante notar que, em média, dentre os países listados pela OIT, os africanos são aqueles que detêm os menores graus de cobertura (14,6% da população), enquanto que os europeus apresentam os maiores patamares, chegando a atender 93,2% dos seus cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso vai permitir que os sistemas nacionais de Proteção Social sejam entendidos como um elemento dos perfis de desenvolvimento de uma nação. Afinal, onde ele é funcional e devidamente financiado, os padrões de vida são aqueles mais condizentes com os mais altos níveis esperados de decência humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, o Brasil consegue algum destaque no contexto das três Américas, dado, no ano de 2015, ser superado apenas pelos EUA em termos do dispêndio em Proteção Social como parcela do Produto Interno Bruto (PIB). Se os ianques destinaram 19% de sua riqueza gerada para esses programas, o Estado brasileiro o fez em termos de 18%.</p>
<h2>Valores per capita</h2>
<p style="text-align: justify;">Porém, isso precisa ser bem sopesado, haja vista que, no referido ano, o Brasil sofreu uma retração de 3,6% em sua economia o que, por questões de aritmética elementar, aumentaria o peso relativo de uma rubrica orçamentária fortemente vinculada como Proteção Social.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se observa em retrospectiva a trajetória desse gasto, se vê que, de 1995 a 2013, o Brasil destinou às ações de Proteção Social algo em torno de 15,5% do seu PIB, ficando, no mesmo período, atrás apenas dos EUA (17,3%) e do Canadá (17,0%) em todo o continente americano, algo ainda digno de nota.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, se essa conduta for analisada por meio dos valores per capita do dispêndio, torna-se patente que o Brasil subfinancia o seu sistema de Proteção Social. No âmbito da América, no ano de 2015, o gasto brasileiro foi estimado em US$ 1.58 mil por habitante em valores correntes.</p>
<p style="text-align: justify;">Cinco são as nações do referido continente que se colocam acima dessa marca: EUA (US$ 10.54 mil), Canadá (US$ 7.29 mil), Venezuela (US$ 3.24 mil), Uruguai (US$ 2.64 mil) e Chile (US$ 2.09 mil).</p>
<p style="text-align: justify;">Excetuando-se a Venezuela – por possuir uma taxa de cobertura inferior à brasileira – é possível identificar dois padrões básicos nesse agrupamento de nacionalidades: ou são pequenos países com população reduzida e economias primárias bastante especializadas ou são grandes nações com uma sólida economia industrial.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo, depreende-se daí que em um país de vasta extensão territorial e amplo contingente populacional torna-se bastante complicado manter um sistema de Proteção Social efetivo e universal, que seja devidamente financiado, baseando-se apenas numa estrutura produtiva fortemente calcada em bens primários ou de industrialização esparsa ou dependente.</p>
<h2>Situação aquém</h2>
<p style="text-align: justify;">O México – com um dispêndio per capita de US$ 1.12 mil e cobertura de 50,3% da população – e a Colômbia – US$ 0.86 mil em despesas por habitante e 40,8% de abrangência – são realidades que reforçam essa hipótese.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal mosaico sugere que o Brasil está numa situação aquém de suas possibilidades quanto ao poder do seu sistema de Proteção Social quando comparado a outros países da América. Se o parâmetro fosse nações europeias, onde a participação desses programas alcançam uma média de 21,6% do produto, o abismo seria maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, se os brasileiros desejam construir uma nação desenvolvida, é preciso entender que se faz necessária a existência de um sistema de Proteção Social forte e eficiente, só que isso requer um modelo apropriado de financiamento que seja imune a desvinculações e contingenciamentos indevidos, ou seja, um cenário diverso do hoje existente.</p>
<p>(*) Emerson Sousa é economista</p>
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		<title>Shopping Riomar expõe artesanato de vários países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 18:16:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem for de 5 a 29 de abril no Shopping Riomar terá oportunidade de conhecer diversos artesanatos da Indonésia, Índia, Turquia, Senegal, Peru, Venezuela e Brasil. Isso será possível graças a realização no Estado de mais uma edição da Feinartes &#8211; Feira Internacional de Artesanato e Decoração. O visitante irá encontrar, também, fruteiras, pratos, xícaras [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Quem for de 5 a 29 de abril no Shopping Riomar terá oportunidade de conhecer diversos artesanatos da Indonésia, Índia, Turquia, Senegal, Peru, Venezuela e Brasil. Isso será possível graças a realização no Estado de mais uma edição da Feinartes &#8211; Feira Internacional de Artesanato e Decoração.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O visitante irá encontrar, também, fruteiras, pratos, xícaras e taças pintadas a mãos feitas com vidro oriundos da Turquia. Tecidos, roupas de lã, cerâmicas, tecelagem, bolsas de couro e outras peças artesanais coloridas e com múltiplas funcionalidades vindas do Peru. Instrumentos musicais feitos de madeira, tingimento em tecidos de algodão e peças em bronze originárias do Senegal.</p>
<figure id="attachment_11059" aria-describedby="caption-attachment-11059" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/04/indonesia.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-11059" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/04/indonesia-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/04/indonesia-225x300.jpg 225w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/04/indonesia.jpg 440w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a><figcaption id="caption-attachment-11059" class="wp-caption-text">Arte da Indonésia</figcaption></figure>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Já a Indonésia estará presente com peças exclusivas esculpidas por artesãos, que contam um pouco da história deste local tão exótico, como esculturas de animais e de divindades, máscaras tribais, budas em madeira teca, cestaria de rattan, espelhos com molduras entalhadas, joias em pedras naturais e perolas de cultivadas em água doce, tudo produzido com muitas cores.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">“Com uma proposta diferente, expandimos a feira para dentro de shoppings, com um novo modelo que já foi testado e aprovado. Em 2017 realizamos a primeira edição da Feira em Sergipe, com sucesso de público e negócios. Retornamos novamente em 2018 com mais novidades ainda”, destaca Maria Mathias, da diretoria da Feincartes.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><strong>Brasil   &#8211; </strong>Dessa vez estarão sendo expostos produtos do Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Serão travesseiros com anatomias especiais, doces gigantes e saborosos com pedaços da fruta e com 50% menos açúcar feitos com leite coletados direto das fazendas, além de almofadas térmicas que aquecem sozinhas.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><strong> </strong>A feira está com mais de 50 edições, passou por várias capitais e grandes cidades, sempre em centros de eventos. Agora a Feira recebeu um novo formato para shoppings, contando com expositores nacionais e internacionais. O endereço eletrônico é <a href="http://www.feincartes.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http://www.feincartes.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1522864762235000&amp;usg=AFQjCNEJUHmqlGc7oWEP9AsJ5tylC1jAqg">www.feincartes.com.br</a>, página do Facebook: Feira Feincartes; Instagran: @Feira Feincartes, e-mails <a href="mailto:diretoria@feincartes.com.br">diretoria@feincartes.com.br</a></p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<title>Aracaju é a 12ª cidade mais violenta do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 12:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aracaju é a 12ª cidade mais violenta do mundo, com 62,76  homicídios por 100 mil habitantes,  segundo  pesquisa da ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal divulgada hoje, 7. No Brasil, de acordo com esta entidade, existem 19 cidades violentas – num total de 50. Na décima posição no ranking, Natal (RN) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aracaju é a 12ª cidade mais violenta do mundo, com 62,76  homicídios por 100 mil habitantes,  segundo  pesquisa da ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal divulgada hoje, 7. No Brasil, de acordo com esta entidade, existem 19 cidades violentas – num total de 50.</p>
<p style="text-align: justify;">Na décima posição no ranking, Natal (RN)  é a cidade mais violenta do país, com 69,56 homicídios por 100 mil habitantes. O município é seguido por Belém e Aracaju.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A lista inclui ainda Feira de Santana (15º), Vitória da Conquista (16º), Campos dos Goytacazes (19º), Salvador (20º), Maceió (25º), Recife (28º), João Pessoa (29º), São Luís (33º), Fortaleza (35º), Teresina (38º), Cuiabá (39º), Goiânia (42º), Macapá (45º), Manaus (46º), Vitória (47º) e Curitiba (49º).</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Das 50 cidades da lista, 19 estão no Brasil, oito no México, sete na Venezuela, quatro nos Estados Unidos, quatro na Colômbia, três na África do Sul, duas em Honduras, uma em El Salvador, uma na Guatemala e uma na Jamaica&#8221;, afirmou a ONG.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 130,35 homicídios por 100 mil habitantes, Caracas, na Venezuela, aparece no topo do ranking das mais violentas do mundo, seguida por Acapulco, no México, e San Pedro Sula, em Honduras. Segundo a ONG, a repetição da posição da capital venezuelana por dois anos seguidos confirma a crise criminal no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a 2015, duas cidades brasileiras deixaram o ranking no ano passado: Porto Alegre e Campina Grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a ONG, os níveis de violência na América Latina não são uma surpresa e refletem a impunidade. No Brasil, ela atinge 92% dos homicídios, na Venezuela, El Salvador e em Honduras, chega a 95%.</p>
<p style="text-align: justify;">A lista da ONG é baseada no número de homicídios por 100 mil habitantes e analisa municípios com mais de 300 mil habitantes.[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Caracas (Venezuela) – 130,35 homicídios/100 mil habitantes</li>
<li style="text-align: justify;">Acapulco (México) – 113,24</li>
<li style="text-align: justify;">San Pedro Sula (Honduras) – 112,09</li>
<li style="text-align: justify;">Distrito Central (Honduras) – 85,09</li>
<li style="text-align: justify;">Victoria (México) – 84,67</li>
<li style="text-align: justify;">Maturín (Venezuela) – 84,21</li>
<li style="text-align: justify;">San Salvador (El Salvador) – 83,39</li>
<li style="text-align: justify;">Ciudad Guayana (Venezuela) – 82,84</li>
<li style="text-align: justify;">Valencia (Venezuela) – 72,02</li>
<li style="text-align: justify;">Natal (Brasil) – 69,56</li>
<li style="text-align: justify;">Belém (Brasil) – 67,41</li>
<li style="text-align: justify;">Aracaju (Brasil) – 62,76</li>
</ol>
<p>[/box]</p>
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