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	<title>Arquivo para Violência - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para Violência - Só Sergipe</title>
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		<title>Violência obriga professor a mudar de escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2018 14:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O professor de História, Geovan Hormindo dos Santos, que no dia 1º de novembro, teve os quatro pneus do carro cortados no estacionamento da Escola João Batista Nascimento, no Marcos Freire II,  foi obrigado a mudar de estabelecimento para continuar trabalhando e arcar com o prejuízo de R$ 1.400,00 na compra de pneus novos. Ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_14458" aria-describedby="caption-attachment-14458" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-14458 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Geovan-Hormindo.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-14458" class="wp-caption-text">O professor Geovan vai procurar a Seed para ser ressarcido dos prejuízos</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">O professor de História, Geovan Hormindo dos Santos, que no dia 1º de novembro, teve os quatro pneus do carro cortados no estacionamento da Escola João Batista Nascimento, no Marcos Freire II,  foi obrigado a mudar de estabelecimento para continuar trabalhando e arcar com o prejuízo de R$ 1.400,00 na compra de pneus novos. Ele lamentou não ter recebido nenhum apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese) e luta para ser ressarcido pelo Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Registrei num boletim de ocorrência e vou encaminhar um requerimento à Secretaria de Estado da Educação (SEED)”, disse o professor, que agora leciona na Escola Zizinha Guimarães, no município de Laranjeiras. Ele conta que dias depois de ter comprado pneus novos para o carro, pessoas foram vistas por alunos do estabelecimento tentando causar mais prejuízos ao professor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu não tive alternativa, a não ser pedir transferência”, afirmou o professor que culpa o Sintese pela pouca divulgação que o fato teve. Tanto, que dias depois divulgou uma nota nas redes sociais afirmando que o sindicato é “comandado por pessoas indecentes” e que usou seu nome de forma indevida, “afirmando que eu não tinha interesse em divulgar o atentado que ocorreu comigo”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estranheza</strong> – O  Sintese divulgou uma nota informando que o posicionamento do professor Geovan Hormindo “causou estranheza” e que lhe deu todo apoio ao tomar conhecimento de que os pneus do carro do profissional tinham sido perfurado. Leia, a seguir, na íntegra,  o posicionamento do sindicato.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Causou estranheza à direção do SINTESE a mensagem publicada através aplicativo de mensagens instantâneas pelo professor Geovan Hormindo dos Santos sobre a ação do sindicato a partir do acontecido com ele no último dia 01 de novembro na Escola Estadual João Batista Nascimento no conjunto Marcos Freire II.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao saber do ocorrido (o carro do professor teve os quatro pneus perfurados), o SINTESE através do vice-presidente, professor Roberto Silva dos Santos, entrou em contato com Geovan e colocou-se a disposição do filiado a ajuda-lo no que coubesse ao sindicato atuar. O que seria, nesta situação, buscar junto a Diretoria Regional de Educação 08 – DRE 8 a remoção para outra unidade de ensino (na garantia da segurança do educador).</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Roberto entrou em contato com a diretora da DRE’8, Marileide Cruz de Araújo que ao saber da situação informou ao vice-presidente do sindicato que tomaria os encaminhamentos devidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre a TV Atalaia, em nenhum momento o sindicato cerceou a produção da matéria, o que foi informado a produção é que o sindicato não se pronunciaria sobre o assunto, pois aguardava uma ação da Secretaria de Estado da Educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o sindicato participou também de uma reunião na última segunda, dia 05, na escola com a diretora da DRE’8 na escola onde os docentes colocaram os problemas que envolvem violência. Na reunião o professor Paulo Lira Fernandes que representou o SINTESE frisou que é necessária uma articulação da Secretaria de Estado da Educação não somente com a Segurança Pública, mas também com aa comunidades escolares na busca de alternativas para dirimir as situações de violência que têm ocorrido não somente na área da escola situada no Marcos Freire II, mas também nas áreas do Conjunto Jardim e Parque dos Faróis.</p>
<p style="text-align: justify;">No final da reunião ficou encaminhado que haverá uma intensificação das rondas policiais no entorno da escola e que outras ações serão tomadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com todos estes fatos relatados fica ainda mais incompreensível a nota do professor, pois o sindicato tomou as providências possíveis considerando que não é gestor nem da Educação e muito menos da Segurança Pública do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar também que, infelizmente, a violência ocorrida com o professor não foi a primeira. O SINTESE sempre protagonizou as denúncias de situações violentas ocorrida com docentes (seja da rede estadual como é o atual caso, quanto das redes municipais). O sindicato, inclusive, sempre colocou que é extremamente necessário que os casos não fossem vistos de forma isolada, mas sim como consequência da falta de políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe ao sindicato apoiar seus filiados, denunciar os problemas que acontecem na Educação e garantir junto aos demais integrantes da classe trabalhadora a manutenção e ampliação de direitos.&#8221;</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>“A Rede só acolhe fichas limpas, caçadores de corruptos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Aug 2018 07:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[candidato]]></category>
		<category><![CDATA[caótica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A Rede não aceita a filiação de fichas sujas, nem de pessoas que estejam indiciadas ou processadas”. A afirmação é do candidato ao governo de Sergipe, Dr. Emerson Ferreira, Rede, cujo vice é Américo de Deus, ao ressaltar que todas as pessoas que compõem o partido no Estado tem uma vida ilibada e  que “estarão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“A Rede não aceita a filiação de fichas sujas, nem de pessoas que estejam indiciadas ou processadas”. A afirmação é do candidato ao governo de Sergipe, Dr. Emerson Ferreira, Rede, cujo vice é Américo de Deus, ao ressaltar que todas as pessoas que compõem o partido no Estado tem uma vida ilibada e  que “estarão construindo novas práticas no exercício da vida pública”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se eleito governador, ele garante que dará um “choque de gestão que o Estado requer”, pois se faz necessário melhorar os indicadores sociais e elevar  os índices da saúde,  segurança pública e emprego.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um candidato ao Senado, o delegado da Polícia Civil, <strong><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.sosergipe.com.br/politico-profissional-e-um-grande-erro-diz-alessandro-vieira/">Alessandro Vieira,</a></span></strong> 13 candidatos a deputado federal e 36 a deputado estadual,  Emerson Ferreira ressalta que, junto com essas pessoas está percebendo nas ruas  que a população apoia o projeto e os 18 itens da sua plataforma de trabalho, caso seja eleito governador.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de não ter sido eleito prefeito de Aracaju, Dr. Emerson teve uma boa performance na última eleição. A primeira pesquisa oficial, antes do início da campanha eleitoral para governador, o coloca em quarto lugar, mas isso não o intimida. Ele diz que “as pesquisas que foram publicadas não correspondem à realidade que sinto e percebo caminhando por todo o Estado” e sugere até que seja proibida a divulgação no período eleitoral, apenas para consumo dos partidos, “de modo que não possam induzir os eleitores”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SÓ SERGIPE &#8211;  A campanha eleitoral já está nas ruas. Como o senhor está vendo, nesses primeiros dias, a adesão dos eleitores ao seu nome como candidato a governador de Sergipe</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DR. EMERSON</strong> &#8211; Com muita aceitação popular e, quero ressaltar, a forma voluntária como muitas pessoas se propõem a divulgar a candidatura da mudança, a candidatura do 18.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Durante as convenções, o senhor disse que  quer ser governador em virtude da situação em que se encontra a administração pública do Estado. Que situação é essa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE</strong> &#8211;  A situação caótica em que se encontra o estado de Sergipe, acentuada nos últimos quatro anos, pelo pior governo da nossa história. Todos os indicadores sociais atestam isso. Estamos entre os piores em tudo: saúde, violência, educação e desemprego.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; O que o senhor vai mudar, diante do quadro atual, caso seja eleito governador de Sergipe?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE</strong> &#8211; Primeiro, a possibilidade de mudar está na independência com que chegarei ao governo. Independência dos “esquemas” de financiamento de campanha e das alianças políticas que loteiam e superlotam a administração pública. Depois, pela honestidade e competência com que conduziremos o choque de gestão que a administração pública do nosso Estado requer, ou seja, com moralidade, legalidade, transparência, impessoalidade e eficiência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="Entrevista com Dr. Emerson Ferreira" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/rlG0PnaB83c?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Em que se baseia a sua plataforma de trabalho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE &#8211;</strong> Nos 18 temas que configuram a nossa proposta de programa de governo <strong><a href="http://fanf1.com.br/wp-content/uploads/2018/08/EMERSON-REDE.pdf"><span style="color: #0000ff;">“Sergipe para os sergipanos”</span>,</a></strong> que tem como prioridade a educação integral e de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211;  A pesquisa Ibope, publicada no último sábado, coloca o seu nome em quarto lugar, com 5%. O que o senhor acha desse percentual e qual será sua estratégia para avançar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE  &#8211;</strong>  Todas as pesquisas que foram publicadas não correspondem à realidade que sinto e percebo caminhando por todo o  Estado. É bom destacar que nenhuma dessas pesquisas foi paga pelo nosso partido. Por fim, defendo a tese de que deveria ser proibida a divulgação de pesquisas em período eleitoral, elas poderiam ser realizadas apenas para consumo interno, de modo que não possam induzir os eleitores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; O senhor se saiu bem quando se candidatou a prefeito de Aracaju. Teve uma boa votação e ficou à frente de velhas figuras da política.  Será esse o momento de passar à frente de todos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE &#8211;</strong>  Essa resposta, literalmente, deve ser dada pelo povo, A minha parte eu faço, que é disponibilizar o meu nome, eu que tenho, na vida pública, uma história de honestidade. Eu, que na escola de uma vida de trabalho, busquei competência, busquei me preparar, e nessa trajetória, sempre preservei a minha independência e fui coerente com meus princípios e valores, portanto estou preparado para ser governador de Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Embora já tenha sido vereador e candidato a prefeito, o senhor se vê como uma novidade para o eleitorado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE &#8211;</strong>  O novo na política não é cronológico, não se mede pela idade nem pelo tempo de atividade política. O novo está nas ideias, nas ações, na inovação sintonizada com os tempos atuais. As velhas práticas, elas apenas insistem em não entender que o seu tempo já passou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; A Rede, aqui em Sergipe, tem candidatos que vão disputar um cargo eletivo pela primeira vez e estão todos engajados em sua campanha. Esses novos podem ajudar bastante a lhe trazer votos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE &#8211; </strong>Com certeza, não somente estarão buscando votos, mas estarão construindo novas práticas no exercício da vida pública. E disso a Rede não abre mão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; Quantos são os candidatos da Rede aqui em Sergipe?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE &#8211;</strong>  Um candidato ao Senado, o delegado Alessandro Vieira, com dois suplentes, 13 candidatos a deputado federal e 36 candidatos a deputado estadual. A Rede, através do seu Elo Mulheres, cumpriu a exigência legal de termos, pelo menos, 30% de mulheres nos cargos proporcionais, não como faz de conta, mas com mulheres de luta, candidatas a deputadas federal e estadual. Outro destaque que precisa ser feito: a Rede não aceita a filiação de fichas sujas, nem de pessoas que estejam indiciadas ou processadas. A Rede só acolhe fichas limpas, caçadores de corruptos. Seria uma incoerência fazer o que alguns fazem: prometem o paraíso para o povo, mas tendo ao seu lado, no seu palanque, pessoas que entregam o inferno da corrupção para a sociedade. Isso precisa acabar!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SS &#8211; O senhor pensa em trazer Marina Silva a Aracaju durante a campanha? Tem esse projeto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE &#8211;  </strong>Sim. A Coordenação da Campanha da <span style="color: #0000ff;"><strong><a style="color: #0000ff;" href="https://marinasilva.org.br/">Marina Silva,</a></strong></span> candidata à presidência da República, apresentou a possibilidade de Marina visitar todos os estados brasileiros durante a curta campanha eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Sergipe tem 64,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 21:19:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de homicídios em Sergipe continua alta. Em 2016 foram 64,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes, ficando à frente de Alagoas (54,2), Rio Grande do Norte (53,4), Pernambuco (47.3) e Bahia (46,9). Estes números são do Atlas da Violência 2018 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A taxa de homicídios em Sergipe continua alta. Em 2016 foram 64,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes, ficando à frente de Alagoas (54,2), Rio Grande do Norte (53,4), Pernambuco (47.3) e Bahia (46,9). Estes números são do Atlas da Violência 2018 do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Em todo Brasil foram 62.517 homicídios, ou seja, 30 vezes a taxa da Europa. Nos últimos 10 anos, 553 mil pessoas foram mortas no país.</p>
<p style="text-align: justify;">A violência letal contra jovens continua se agravando nos últimos anos e já responde por 56,5% das mortes de homens entre 15 e 19 anos de idade. Na faixa entre 15 e 29 anos, sem distinção de gênero, a taxa de homicídio por 100 mil habitantes é de 142,7, e sobe para 280,6, se considerarmos apenas os homens jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">A situação também é grave em Sergipe, pois são 280,6 mortes de jovens por grupo de cada 100 mil habitantes. Também apresentam taxa alta, Alagoas, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco. Segundo o Atlas, “em 2016, as taxas variaram de 19 homicídios por grupo de 100 mil jovens, no estado de São Paulo, até 142,7 em Sergipe, sendo a taxa média do país 65,5 jovens mortos por grupo de 100 mil”,</p>
<p style="text-align: justify;">O problema se agrava ao incluir a raça/cor na análise. Nos últimos dez anos, a taxa de homicídios de indivíduos não negros diminuiu 6,8% e a vitimização da população negra aumentou 23,1%, chegando em 2016 a uma taxa de homicídio de 40,2 para indivíduos negros e de 16 para o resto da população. Ou seja, 71,5% das pessoas que são assassinadas a cada ano no país são pretas ou pardas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Sergipe a taxa foi de 79,0%, seguido do Rio Grande do Norte (70,5%). “Na década 2006-2016, esses estados foram também onde a taxa mais cresceu: 172,3% e 321,1%, respectivamente. Já as menores taxas de homicídios de negros foram encontradas nos estados de São Paulo (13,5%), do Paraná (19,0%) e de Santa Catarina (22,4%)”, diz o Atlas.</p>
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		<title>Crimes sem castigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2017 12:18:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança pública]]></category>
		<category><![CDATA[tiros]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O domingo foi sacudido por duas notícias extremamente desagradáveis e que aconteceram quase no mesmo horário, mas em pontos distintos de Sergipe: um crime em um dos bares da rodovia José Sarney, em plena praia; e outro no Parque dos Falcões. O primeiro custou a vida de Manoel José de Freitas Júnior, 34 anos, num [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O domingo foi sacudido por duas notícias extremamente desagradáveis e que aconteceram quase no mesmo horário, mas em pontos distintos de Sergipe: um crime em um dos bares da rodovia José Sarney, em plena praia; e outro no Parque dos Falcões. O primeiro custou a vida de Manoel José de Freitas Júnior, 34 anos, num homicídio com motivação passional, e ferimentos em Itamara Ernestina Amaral Santos, 26, que o acompanhava. O autor dos crimes, Moacir Horácio Pereira, 48 anos, foi preso no povoado Mussuca, em Laranjeiras, quando &#8220;comemorava&#8221; o grande feito. O outro crime, foi um assalto no Parque dos Falcões, quando os bandidos provocaram o terror, mataram uma ave rara. Tudo isso para roubar R$ 300.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A que ponto chegamos com a bestialidade de alguns humanos? Não há o menor respeito pelas pessoas e pela natureza? Aonde vamos parar com tamanha insensatez? O que o futuro nos reserva, se parte da humanidade continuar seguindo essa trilha tortuosa? São perguntas que não deveriam estar no ar mas que, infelizmente, pautam a ordem dos dias. Ao longo desta semana que se inicia, certamente, tais assuntos vão reverberar e muito. E fica mais uma pergunta: o que fazer?</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Não estranhe, se existirem repostas prontas para tais episódios. Um crime passional é difícil de se prever, porque somente quem mora junto sabe o que se passa em quatro paredes, mas nem sempre o que ocorre fora dela. E aí, um dia, a casa cai. Em hipótese alguma, isso é motivo para se matar uma pessoa e tentar matar a outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Lamentavelmente, tem alguns que não pensam assim e cometem barbáries, por achar que a pessoa lhe pertence, que o sujeito é dono dela. Ninguém é de ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">No outo, a falta de segurança privada para o local pode ser a justificativa mais viável para quem quer se livrar da responsabilidade. Mas a situação é mais grave: em todos os pontos do país há uma guerra civil em andamento, mas ninguém se dá conta disso. O poder do crime está se sobrepondo ao poder do Estado. E o Estado, ao invés de pensar em política de segurança de Estado, atuam em política de governo. Aí, nunca vai dar certo.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Some-se a isso, a Justiça literalmente cega, na qual ninguém confia mais. Ninguém cumpre pena integralmente, os Direitos Humanos são uma piada e só ligam para bandidos, enfim, há uma bagunça generalizada e se chega à conclusão porá que o crime compensa. Se não compensasse, os crimes citados nesse texto não teriam existido.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo crime compensar no Brasil, toda uma corja de canalhas quando encontram ou vão em busca de homens de bens, acabam cometendo atrocidades, como seu viu no Parque dos Falcões e também na praia aracajuana.</p>
<p style="text-align: justify;">O que esperar de um país onde o crime não tem castigo?</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos num salve-se quem puder?</p>
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		<title>Tema da redação do Enem 2017 surpreende professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2017 19:46:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Enem]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Seca]]></category>
		<category><![CDATA[mote]]></category>
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		<category><![CDATA[redação]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[surpresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema da redação deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) surpreendeu professores que trabalharam na preparação dos alunos. Na prova que está sendo aplicada hoje (5), os candidatos deverão falar sobre os desafios para formação e educacional de surdos no Brasil. O professor de redação Márcio Calixto, da escola Dínamis, do Rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O tema da redação deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) surpreendeu professores que trabalharam na preparação dos alunos. Na prova que está sendo aplicada hoje (5), os candidatos deverão falar sobre os desafios para formação e educacional de surdos no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor de redação Márcio Calixto, da escola Dínamis, do Rio de Janeiro, disse que esse não era um tema esperado. “Apesar de muito ter se falado sobre inclusão, mas principalmente dos portadores de necessidades especiais de uma maneira ampla, não dos surdos de forma específica. Não é um tema tranquilo de ser escrito, o aluno vai ter que se dedicar para poder encontrar os argumentos”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Calixto avaliou o tema deste ano como “extremamente humano e muito bem-vindo”. “Os temas do Enem têm sido sempre muito humanos, e eles não fugiram dessa característica. São temas que pedem uma proposta de intervenção, exigem do candidato uma visão mais completa, mais humana e mais empática, de se colocoar no lugar do outro que precisa de ajuda.”</p>
<p style="text-align: justify;">A coordenadora de Redação do Colégio Sigma, de Brasília, Carolina Darolt, disse que a preparação dos alunos não envolveu essa questão específica. “Ninguém foi tão a fundo assim, abordando uma questão tão específica. Nós falamos sobre questões de minorias, de educação de maneira geral, sobre as deficiências”, contou.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo assim, ela avalia que o tema não é difícil, mas vai exigir que o candidato preste atenção nos textos oferecidos para subsidiar a redação. “É um tema muito tranquilo, mas vai exigir que o participante faça uma leitura atenta da coletânea. Se não ele corre o risco de abordar o tema tangencialmente, de falar sobre educação, sobre minorias, e esquecer de pontuar a questão da educação para os surdos. Essa é a única dificuldade.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para ela, a mudança nas regras do Enem, que agora não permitem mais atribuir nota zero para quem desrespeitar os direitos humanos, não vai atrapalhar na elaboração da prova. “Ainda mais com esse tema tão específico, é muito pouco provável que alguém vá atacar os direitos humanos. Se fosse outra questão como penitenciárias, teria mais chances. Com esse tema de educação para os surdos, foge um pouco dessa polêmica dos direitos humanos.”</p>
<p style="text-align: justify;">O tema da redação deste ano segue a tendência das últimas edições do Enem, que costuma abordar temas sociais. No ano passado, o tema foi Caminhos para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil. Violência contra a mulher, publicidade infantil, Lei Seca e movimento imigratório também foram abordados nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje (5) é o primeiro dia de prova do exame, e também terá provas de linguagens e ciências humanas. Os candidatos têm cinco horas e 30 minutos para concluir a prova. O exame começou a ser aplicado às 13h30, no horário de Brasília, para cerca de 6,7 milhões de candidatos em todo o país.</p>
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		<title>Sergipe é o Estado mais violento do país, diz estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 12:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sergipe é o Estado  mais violento do país, segundo consta no Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com uma alta taxa de homicídios em 2016. Foram 64 mortes para cada 100 mil habitantes. Entre as capitais, Aracaju lidera com 64,5 mortes para 100 mil habitantes, um crescimento  de 19,7% na comparação com 2015, quando foram registradas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sergipe é o Estado  mais violento do país, segundo consta no Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com uma alta taxa de homicídios em 2016. Foram 64 mortes para cada 100 mil habitantes. Entre as capitais, Aracaju lidera com 64,5 mortes para 100 mil habitantes, um crescimento  de 19,7% na comparação com 2015, quando foram registradas 57,3 mortes para cada 100 mil. Para a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe (SSP) esses números não refletem a realidade e a pasta questiona, ainda, a foram como esses dados são organizados.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a  SSP contesta os números, a universitária Gleide Celma Santana Silva, 51 anos, viu, na realidade, a violência destruir a sua família entre 2009 e 2017. E essa trajetória teve uma estranha ironia: em 2009, um irmão dela foi morto por um policial militar. Agora, em 2017 outro irmão de Gleide, desta vez um policial militar, é que foi assassinado. Revoltada, ela não acredita mais nas políticas de segurança pública e nem tão pouco na Justiça, já que o policial militar que matou seu irmão continua solto, apesar de ter sido condenado a 18 anos de prisão. Quanto a pessoa que matou o seu irmão policial, esta foi presa em flagrante.</p>
<figure id="attachment_9357" aria-describedby="caption-attachment-9357" style="width: 169px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-9357" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/gleide-celma-169x300.jpg" alt="Gleide Celma teve dois irmãos assassinados" width="169" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/gleide-celma-169x300.jpg 169w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/gleide-celma-576x1024.jpg 576w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2017/10/gleide-celma.jpg 648w" sizes="(max-width: 169px) 100vw, 169px" /><figcaption id="caption-attachment-9357" class="wp-caption-text">Gleide Celma teve dois irmãos assassinados</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">Não é somente a morte dos irmãos que revolta Gleide Celma. Moradora num bairro da zona sul da capital, ela estuda à noite em uma universidade particular e tem medo de ser assaltada ou até vítima de latrocínio, tanto no trajeto de ida como de vinda.  E ela tem razão. Sergipe ficou na quinta colocação, com 2.514 latrocínios registrados em 2016.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A SSP, por sua vez, “lamenta a falta de padronização nacional sobre a contagem dos dados a respeito de homicídios, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes em confronto com a polícia”.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a nota da SSP, “apesar dos dados apontarem um aumento de 11,5% no ano de 2016, o trabalho integrado desenvolvido pelos órgãos que compõem a SSP/SE, por meio da análise das manchas criminais, permitiu que na primeira vez em 11 anos conseguíssemos reduzir também essas taxas em 2017. Ou seja, no estado de Sergipe, há o registro de redução de -16,1%, em comparação ao mesmo período do ano passado. Ou seja, foram 962 homicídios dolosos em 2016 contra 807 em 2017, totalizando 155 vidas que foram salvas em todo o estado. No entanto, esses números apenas serão refletidos na próxima edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será publicada em novembro de 2018”.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto a capital, a SSP diz que  “se consideramos apenas os dados de Aracaju, há o registro de redução de -29,2% até setembro de 2017, em comparação com o mesmo período do ano passado. Ou seja, foram 312 homicídios dolosos em 2016 contra 221 em 2017, totalizando 91 vidas salvas apenas na capital.”</p>
<p style="text-align: justify;">Mas para Gleide Celma e a família,  a justificativa  da SSP  por não concordar com os números do anuário, de nada adiantam, pois não irá  trazer de volta  Marcos Júnior Nogueira de Santana, assassinado no dia 25 de dezembro de 2009, por um policial militar. E também, não trará de volta  o outro irmão dela, o policial militar aposentado, João Nogueira, que atuava como agiota e foi morto por um homem que havia lhe pedido R$ 10 mil emprestado.</p>
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		<title>Deputado pede atuação da União no combate a violência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2017 14:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com o último Mapa da Violência, Sergipe é o terceiro estado em número de homicídios no Brasil, com 41,2 mortes por 100 mil habitantes, ficando atrás do Ceará com 42,9 e de Alagoas com 56,1. Preocupado com a situação, o deputado federal Laércio Oliveira (SD)  participou de reunião da bancada do Nordeste realizada na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com o último Mapa da Violência, Sergipe é o terceiro estado em número de homicídios no Brasil, com 41,2 mortes por 100 mil habitantes, ficando atrás do Ceará com 42,9 e de Alagoas com 56,1. Preocupado com a situação, o deputado federal Laércio Oliveira (SD)  participou de reunião da bancada do Nordeste realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 17, que discutiu a nota pública manifestando a urgente e necessária participação do governo federal no enfrentamento da questão da segurança pública. Jackson Barreto foi um dos governadores presentes na reunião.</p>
<p style="text-align: justify;">No manifesto, que será entregue ao presidente Michel Temer, os governadores pedem a criação de um Plano Nacional de Segurança, a ampliação dos presídios de Segurança Máxima e a revisão na Lei de Execuções Penais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“São 70 mil pessoas assassinadas por ano no Nordeste. Os estados dobraram investimentos em segurança pública. O Nordeste não produz armas, nem cocaína, mas esses produtos entram pelas fronteiras do Brasil. Tem ainda o problema sério que a polícia prende, mas em seguida traficantes e assassinos conseguem liminar e logo são colocados em liberdade. Muita coisa precisa ser revista nessa questão de segurança, com o apoio do governo federal”, disse o deputado federal Laércio Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Os parlamentares e governadores afirmaram que não é razoável e nem é mais admitida a ausência completa do governo federal no tema segurança. No manifesto eles destacam que é imprescindível e urgente alertar o governo federal sobre o problema que tem afligido milhões de habitantes e cobrar ações práticas da União.</p>
<p style="text-align: justify;">“Pesquisas apontam como causa principal do crescimento da violência nos estados o avanço da atuação das facções criminosas, estimuladas, principalmente, pela movimentação do comércio milionário do tráfico de drogas. Referidas organizações criminosas, diante do permanente esforço das polícias estaduais em combatê-las, têm reagido de forma violenta e em cadeia através de atos terroristas como assassinatos, queima de ônibus e ataques a órgãos públicos, provocando o caos e deixando a população refém do medo, reação cada vez mais frequente no Brasil”, informa a carta.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante do determinado em lei de que cabe ao Governo Federal apurar infrações penais contra a ordem política e social, assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme; bem como prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, a carta propõe a criação de um Plano Nacional de Segurança, com orçamento próprio, com fonte e valor definido e não contingenciado, para ajudar no melhor aparelhamento das polícias estaduais, a partir de discussões e sugestões dos estados, de forma a garantir apoio a cada ente na federação no efetivo combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra necessidade aprontada pela nota é a ampliação dos presídios federais de segurança máxima, de forma a isolar os principais líderes de facções que, mesmo enclausurados em penitenciárias estaduais, têm conseguido mobilizar seus grupos criminosos na movimentação dos negócios ilícitos e da opressão da sociedade. Outro ponto destacado pelo manifesto é iniciar uma urgente discussão com os estados, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal sobre a implantação de bloqueadores do sinal de celular em todos os presídios do país, pela constatação de que boa parte dos crimes praticados recebem ordem e orientação de dentro das unidades penitenciárias.</p>
<p style="text-align: justify;">O manifesto defende ainda o estimulo ao Congresso Nacional a rediscutir as leis penais, compreendidas pela sociedade como uma das causadoras da impunidade que estimula os criminosos e indigna a população. E, por fim, um debate, no âmbito do CNJ e CNMP sobre o funcionamento do Sistema de Justiça, no tocante à segurança pública, especialmente quanto aos presos provisórios, penas alternativas, audiências de custódia, casos de reincidência múltipla, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aracaju é a 12ª cidade mais violenta do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2017 12:33:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aracaju é a 12ª cidade mais violenta do mundo, com 62,76  homicídios por 100 mil habitantes,  segundo  pesquisa da ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal divulgada hoje, 7. No Brasil, de acordo com esta entidade, existem 19 cidades violentas – num total de 50. Na décima posição no ranking, Natal (RN) [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Aracaju é a 12ª cidade mais violenta do mundo, com 62,76  homicídios por 100 mil habitantes,  segundo  pesquisa da ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça Penal divulgada hoje, 7. No Brasil, de acordo com esta entidade, existem 19 cidades violentas – num total de 50.</p>
<p style="text-align: justify;">Na décima posição no ranking, Natal (RN)  é a cidade mais violenta do país, com 69,56 homicídios por 100 mil habitantes. O município é seguido por Belém e Aracaju.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A lista inclui ainda Feira de Santana (15º), Vitória da Conquista (16º), Campos dos Goytacazes (19º), Salvador (20º), Maceió (25º), Recife (28º), João Pessoa (29º), São Luís (33º), Fortaleza (35º), Teresina (38º), Cuiabá (39º), Goiânia (42º), Macapá (45º), Manaus (46º), Vitória (47º) e Curitiba (49º).</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Das 50 cidades da lista, 19 estão no Brasil, oito no México, sete na Venezuela, quatro nos Estados Unidos, quatro na Colômbia, três na África do Sul, duas em Honduras, uma em El Salvador, uma na Guatemala e uma na Jamaica&#8221;, afirmou a ONG.</p>
<p style="text-align: justify;">Com 130,35 homicídios por 100 mil habitantes, Caracas, na Venezuela, aparece no topo do ranking das mais violentas do mundo, seguida por Acapulco, no México, e San Pedro Sula, em Honduras. Segundo a ONG, a repetição da posição da capital venezuelana por dois anos seguidos confirma a crise criminal no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação a 2015, duas cidades brasileiras deixaram o ranking no ano passado: Porto Alegre e Campina Grande.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a ONG, os níveis de violência na América Latina não são uma surpresa e refletem a impunidade. No Brasil, ela atinge 92% dos homicídios, na Venezuela, El Salvador e em Honduras, chega a 95%.</p>
<p style="text-align: justify;">A lista da ONG é baseada no número de homicídios por 100 mil habitantes e analisa municípios com mais de 300 mil habitantes.[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Caracas (Venezuela) – 130,35 homicídios/100 mil habitantes</li>
<li style="text-align: justify;">Acapulco (México) – 113,24</li>
<li style="text-align: justify;">San Pedro Sula (Honduras) – 112,09</li>
<li style="text-align: justify;">Distrito Central (Honduras) – 85,09</li>
<li style="text-align: justify;">Victoria (México) – 84,67</li>
<li style="text-align: justify;">Maturín (Venezuela) – 84,21</li>
<li style="text-align: justify;">San Salvador (El Salvador) – 83,39</li>
<li style="text-align: justify;">Ciudad Guayana (Venezuela) – 82,84</li>
<li style="text-align: justify;">Valencia (Venezuela) – 72,02</li>
<li style="text-align: justify;">Natal (Brasil) – 69,56</li>
<li style="text-align: justify;">Belém (Brasil) – 67,41</li>
<li style="text-align: justify;">Aracaju (Brasil) – 62,76</li>
</ol>
<p>[/box]</p>
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		<title>Sergipe é considerado o Estado mais violento do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Oct 2016 11:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[Fórum Brasileiro de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[homicídios]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Militar]]></category>
		<category><![CDATA[Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[SSP]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico de drogas]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de Sergipe é o novo líder da violência no Pais, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados no final da tarde da quinta-feira, 27.   Foram registradas 57,3 mortes violentas por 100 mil habitantes,  um número que supera o vizinho Estado de Alagoas que, desta vez, ocupa a segunda posição. A maioria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Estado de Sergipe é o novo líder da violência no Pais, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgados no final da tarde da quinta-feira, 27.   Foram registradas 57,3 mortes violentas por 100 mil habitantes,  um número que supera o vizinho Estado de Alagoas que, desta vez, ocupa a segunda posição.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos casos de assassinatos em Sergipe está relacionado ao tráfico de drogas, realidade dominante também em outros Estados. A Secretaria da Segurança  de Sergipe (SSP) estima que oito de cada dez mortes tenha relação com o comércio de entorpecentes, entre outros crimes, segundo análises feitas em inquéritos policiais.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A pasta destaca que, mesmo diante da alta taxa (57,3 mortes por 100 mil habitantes), 43,6% das investigações apontam o autor do crime, com encerramento dos inquéritos e envio para a Justiça. A SSP afirmou que atua  com rigor na coleta de dados, o que pode levar a &#8220;discrepância&#8221; na comparação nos dados entre os Estados.</p>
<p style="text-align: justify;">A SSP acrescentou que até setembro de 2016, a Polícia Civil e Polícia Militar prenderam 5.244 pessoas em Aracaju e no interior, número recorde dos últimos anos. Para incremento no combate à insegurança, a pasta disse &#8220;apelar&#8221; para mudança na legislação penal, para que criminosos &#8220;cumpram sua pena integralmente pelos crimes violentos praticados&#8221;. Defendeu ainda maior participação do governo federal no enfrentamento da realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasil </strong>&#8211; O número de assassinatos cometidos no País em 2015 caiu 1,2% em relação ao ano anterior após uma sequência de altas, de acordo com dados inéditos que serão divulgados em novembro pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram 58.383 crimes chamados de “violentos letais intencionais”, que engloba ocorrências como homicídio, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e vítimas de ações policiais, o que representa 160 vidas perdidas por dia. Especialistas consideram a variação como estagnação do dado e negam tendência de queda.</p>
<p style="text-align: justify;">A queda na violência foi notada principalmente onde se desenvolve programas específicos de controle da criminalidade letal, segundo apontou o estudo. Destaque foi para Alagoas, líder tradicional do ranking, que conseguiu reduzir em 20% a taxa: de 64,1 para 50,8. Distrito Federal (-13%), Rio (-12,9%), São Paulo (-11,4%) e Espírito Santo (-10,7%) estão entre os que mais tiveram sucesso no enfrentamento ao crime. Na outra ponta, destaque negativo para o Rio Grande do Norte, com aumento de 39,1%, e também para Sergipe (18,2%), Roraima (15,9%) e Pernambuco (12,4%).</p>
<p style="text-align: justify;">Com informações do Estado de São Paulo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aluno espanca diretora de escola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Só Sergipe]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 21:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A diretora da Escola Lourival Fontes, Carla Valéria de Oliveira, foi ferida a golpes, possivelmente de caneta, e esmurrada por um aluno de 16 anos do EJA (Educação para Jovens e Adultos), hoje, por volta das 15h30. Como resultado da agressão, ela sofreu dois cortes da cabeça e um na testa e foi atendida por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1249" aria-describedby="caption-attachment-1249" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702145156.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1249 size-medium" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702145156-300x148.jpg" alt="Diretor escola" width="300" height="148" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702145156-300x148.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702145156.jpg 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1249" class="wp-caption-text">Carla Valéria de Oliveira</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A diretora da Escola Lourival Fontes, Carla Valéria de Oliveira, foi ferida a golpes, possivelmente de caneta, e esmurrada por um aluno de 16 anos do EJA (Educação para Jovens e Adultos), hoje, por volta das 15h30. Como resultado da agressão, ela sofreu dois cortes da cabeça e um na testa e foi atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O menor, que tentou fugir, foi alcançado por um professor e entregue à Polícia Militar (PM) que o encaminhou para Delegacia de Proteção ao Menor.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702151217.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" size-medium wp-image-1253 alignleft" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702151217-225x300.jpg" alt="20150702151217" width="225" height="300" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702151217-225x300.jpg 225w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702151217-768x1024.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2015/07/20150702151217.jpg 960w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /></a>O problema envolvendo este adolescente começou na quarta-feira, quando a diretora Carla Valéria chamou a sua atenção por ter explodido uma bomba junina no banheiro, danificando o vaso sanitário. Ao vê-la sozinha hoje à tarde, o jovem partiu para cima dela agredindo-a e ferindo-a com um objeto que pode ser uma caneta. Os alunos, ao perceberem que a diretora estava sendo agredida, começaram a gritar, o que chamou a atenção dos professores.</p>
<p style="text-align: justify;">O adolescente agressor tentou fugir, foi alcançado por um professor que o entregou a uma guarnição PM. Há relato de testemunhas de que o jovem estava alucinado. Em virtude do problema, as aulas no estabelecimento – que tem 290 alunos – foram suspensas e só serão retomadas na próxima segunda-feira.</p>
<p style="text-align: justify;">A Secretaria de Estado da Educação (SEED) informou, por meio da assessoria de comunicação, que está sendo dada toda assistência à diretora e que todo aparato de segurança e da equipe QualiVida, que dá apoio psicológico aos professores, foi acionado. O assessor de comunicação da SEED, Elton Coelho, disse que a Escola Lourival Fontes está na lista das 30 escolas que receberão o serviço de vigilância terceirizado. “Atualmente, nas 21 escolas onde já foi implantado o serviço, os índices de violência externo e interno caíram para zero”, afirmou.“Fizemos uma licitação e duas empresas de vigilância ganharam. Na próxima semana, o efetivo será reforçado nas escolas onde ocorrem mais roubos e assaltos. Os vigilantes da SEED estarão também trabalhando”, completou Elton Coelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros casos </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Essa não é a primeira vez que alunos tentam matar professores em Sergipe. Na noite do dia 12 de agosto do ano passado, o professor de Biologia Carlos Cristian Almeida Gomes, 33 anos, foi baleado por um aluno de 17 anos, dentro da Escola Estadual Olga Barreto, no Conjunto Eduardo Gomes, em São Cristóvão, região metropolitana de Aracaju. Uma nota baixa teria motivado o ataque do estudante, que acertou cinco tiros no professor que ficou paraplégico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 18 de maio deste ano, o carro de uma professora foi queimado no estacionamento do Colégio Estadual Antônio Fontes Freitas, no Marcos Freire, em Nossa Senhora do Socorro. Na época, a polícia acreditava que o crime pode ter sido cometido por ex-alunos. A intenção dos criminosos era atear fogo no carro da diretora, mas eles se confundiram e atacaram o carro de outra professora.<br />
No dia 23 de julho de 2013, uma professora da Escola Municipal Maria Isabel, em Estância, a 68 quilômetros de Aracaju, foi agredida em plena sala de aula pela mãe de um aluno. O motivo é de que a professora não gostava do filho dela e então partiu para agressão verbal e depois lhe arremessou uma sombrinha e um chinelo.</p>
<p>O post <a href="https://teste.sosergipe.com.br/aluno-esmurrra-diretora-de-escola/">Aluno espanca diretora de escola</a> apareceu primeiro em <a href="https://teste.sosergipe.com.br">Só Sergipe</a>.</p>
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