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	<title>Arquivo para votos - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para votos - Só Sergipe</title>
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		<title>TSE estimula população a ir votar em outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 13:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está fazendo uma campanha para estimular as pessoas a irem às urnas para votar em outubro. No segundo turno das  eleições municipais em 2016, foram quase 10,7 milhões de votos brancos, nulos e abstenções em todo país. Desse total, 113.522 foram em Aracaju, quando o então candidato Edvaldo Nogueira venceu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está fazendo uma campanha para estimular as pessoas a irem às urnas para votar em outubro. No segundo turno das  eleições municipais em 2016, foram quase 10,7 milhões de votos brancos, nulos e abstenções em todo país. Desse total, 113.522 foram em Aracaju, quando o então candidato Edvaldo Nogueira venceu com 146.271 votos, seu adversário Valadares Filho, que teve 134.435 votos.</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha do TSE está sendo veiculada, desde o último sábado, nas rádios, televisões e redes sociais e diz o seguinte: “Eleitor, o voto é importante para que o cidadão participe na definição dos destinos do país.” E complementa: “Voto em branco não é protesto e somente ajuda para eleger políticos com número menor de votos.”</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha do TSE alerta que o ato de não ir às urnas (abstenção) ou votar em branco pode gerar impacto na decisão final do pleito e ajudar a eleger governantes e legisladores com legitimidade reduzida e responsabilidade baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">A propaganda vai tentar, ainda, desfazer alguns mitos como o de que a maioria de votos em branco possa anular a eleição. Não é verdade. Tanto os votos brancos como nulos não são levados em conta na apuração final das eleições. Eleitor,  vote, escolha candidatos e influa nos destinos do país.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mais números</strong> &#8211;  Dados recentes do TSE, mostram que eleitores que não justificaram a ausência na última eleição devem R$ 98.404.457,58 à Justiça Eleitoral. Dos eleitores multados no pleito passado (29 milhões), apenas 3,6% – cerca de 1 milhão – pagaram a multa de R$ 3,51.</p>
<p style="text-align: justify;">Na eleição municipal em Aracaju, foram registrados 8.563 votos brancos (2,66%); 32.706 nulos (10,16%) e 72.253 abstenções (18,94%).</p>
<p><strong>[/box]</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com informações da Agência Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Suspenso julgamento dos deputados sergipanos envolvidos em irregularidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 12:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Fux]]></category>
		<category><![CDATA[MPE]]></category>
		<category><![CDATA[pedido de vistas]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedido de vista do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Tarcisio Vieira de Carvalho Neto suspendeu o julgamento dos recursos de 22 deputados estaduais de Sergipe envolvidos em supostas irregularidades na destinação de verbas de subvenções sociais da Assembleia Legislativa do estado (Alese) a entidades filantrópicas em 2014. Antes do pedido de vista, o relator [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pedido de vista do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Tarcisio Vieira de Carvalho Neto suspendeu o julgamento dos recursos de 22 deputados estaduais de Sergipe envolvidos em supostas irregularidades na destinação de verbas de subvenções sociais da Assembleia Legislativa do estado (Alese) a entidades filantrópicas em 2014.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes do pedido de vista, o relator das ações, ministro Luiz Fux, apresentou seu voto e manteve, sem modificações, a maioria das decisões tomadas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Sergipe (TRE-SE) sobre o caso. A Corte Regional condenou parte dos parlamentares por conduta vedada a agente público por entender que houve uso ilegal das subvenções em ano eleitoral.</p>
<p style="text-align: justify;">O TSE retomou o julgamento dos recursos na sessão de ontem, 12, que foi iniciada com as sustentações orais de mérito dos advogados dos parlamentares. A Corte havia começado o exame dos processos no dia 15 de março deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas representações movidas contra os deputados no TRE-SE no final de 2014, o Ministério Público Eleitoral (MPE) afirmou que os parlamentares fizeram distribuição gratuita de recursos públicos em ano eleitoral, o que a Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) proíbe, exceto em casos específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o MPE, os parlamentares praticaram conduta vedada a agente público ao distribuírem, cada um deles, verbas de subvenção social para entidades assistenciais.  Em alguns casos, os valores repassados chegaram a R$ 1,5 milhão. A destinação da verba às instituições filantrópicas ocorreu por meio de emendas apresentadas pelos deputados ao orçamento da Alese. O MPE também acusou alguns deles de desviarem recursos das subvenções para benefício próprio. As representações foram propostas contra deputados da legislatura 2011-2014.</p>
<p style="text-align: justify;">O MPE argumentou que o parágrafo 10 do artigo 73 da Lei das Eleições é claro ao proibir, em ano eleitoral, a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior.</p>
<p style="text-align: justify;">O órgão também destacou que determinados parlamentares infringiram o parágrafo 11 do artigo da mesma Lei, que impede que programas sociais, em anos eleitorais, sejam executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por esse mantida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Voto do relator</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No voto proferido na sessão de hoje, o ministro Luiz Fux explicou que, para fins de aplicação do parágrafo 10 do artigo 73 da Lei das Eleições, é preciso distinguir as situações em que o agente público que executa a conduta vedada atua com independência em relação ao candidato beneficiário daquelas em que ele atua como simples mandatário.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele esclareceu que as sanções previstas para a prática de conduta vedada, de multa e cassação de registro ou de diploma, podem ser aplicadas isoladas ou cumulativamente, proporcionalmente à gravidade, em concreto, da conduta praticada. Diante disso, salientou que se baseou nos postulados da razoabilidade e da proporcionalidade para manter ou modificar em parte as sanções originalmente aplicadas pelo TRE-SE.</p>
<p style="text-align: justify;">Fux afirmou que diversos deputados se valeram de distribuição direcionada de subvenções sociais da Assembleia Legislativa em benefício de determinadas entidades a que eram ligados, afrontando claramente o princípio da igualdade de oportunidades na eleição de 2014. Segundo o ministro, os parlamentares desrespeitaram ainda o princípio constitucional da impessoalidade e trataram com desdém a coisa pública, a fim de perpetuarem-se no Legislativo estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Após explicar as diretrizes condutoras de seu voto, o ministro confirmou as decisões tomadas pelo TRE que cassaram os diplomas e impuseram multa no valor máximo de R$ 106 mil aos deputados João Somariva Daniel, Venâncio Fonseca Filho, Raimundo Lima Vieira, Augusto Bezerra de Assis Filho, Adelson Barreto dos Santos, Samuel Alves Barreto, Luiz Augusto Carvalho Ribeiro Filho, Zeca Ramos da Silva e José de Oliveira Guimarães.</p>
<p style="text-align: justify;">Fux também manteve multa no valor máximo, mas afastou a pretensão do MPE de cassar os diplomas dos parlamentares Paulo Hagenbeck Filho, Arnaldo Bispo de Lima, Gilson Andrade Oliveira, Maria Conceição Vieira Santos e Jeferson Luiz de Andrade.  Nesses casos, o ministro não identificou desvio suficientemente grave das subvenções a justificar a cassação dos mandatos.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação aos recursos apresentados por Francisco Gualberto da Rocha, Maria Vieira de Mendonça, Luiz Antonio Mitidieri e Luiz Garibalde Mendonça, o relator impôs multa em patamar mais baixo, no caso, R$ 20 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, Fux votou pela improcedência das acusações do MPE contra  Suzana Maria Fontes Azevedo, Antônio Passos Sobrinho, Maria Angélica Guimarães Marinho, José do Prado Franco Sobrinho. O ministro ressaltou que os parlamentares não poderiam se beneficiar politicamente da destinação de subvenções sociais em 2014 já que não concorreram à reeleição naquele ano. Após o voto de Fux, o ministro Napoleão Nunes Maia também pediu vista dos autos dos processos referentes a esses quatro parlamentares.</p>
<p>Fonte: TSE</p>
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