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	<title>Arquivo para WhatsApp - Só Sergipe</title>
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	<description>Notícias de Sergipe levadas a sério.</description>
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	<title>Arquivo para WhatsApp - Só Sergipe</title>
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		<title>Febraban alerta para golpes nas compras on line</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2019 11:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) alerta os consumidores para não caírem em golpes durante as compras on line, já que este tipo de crime aumenta nas proximidades de datas comemorativas, como é o Dia dos Namorados na quarta-feira, 12.  A federação alerta que é importante tomar cuidado com as informações compartilhadas, especialmente na internet. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) alerta os consumidores para não caírem em golpes durante as compras on line, já que este tipo de crime aumenta nas proximidades de datas comemorativas, como é o Dia dos Namorados na quarta-feira, 12.  A federação alerta que é importante tomar cuidado com as informações compartilhadas, especialmente na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Ofertas tentadoras escondem, às vezes, links maliciosos que capturam dados pessoais. “Desconfie das promoções com preços muito menores do que o valor real do produto. Os criminosos aproveitam a empolgação dos consumidores, com a oportunidade de um bom negócio, para aplicar golpes”, alertou o diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da Febraban, Adriano Volpini.</p>
<p style="text-align: justify;">Sites e e-mails falsos, ligações e mensagens são algumas das artimanhas usadas pelos golpistas para enganar as pessoas e ter acesso a informações pessoais, como nome completo, CPF, número de cartões de crédito e dados bancários.</p>
<h3 style="text-align: justify;">Como os golpes são realizados</h3>
<p style="text-align: justify;">A pessoa recebe um e-mail ou mensagem com ofertas tentadoras. Ao clicar, é direcionada para um site falso. Acreditando ser uma página confiável, ela fornece dados sigilosos, como número de cartão de crédito e senhas. Com essas informações, os bandidos realizam transações, burlam bloqueios de segurança, desbloqueiam novos cartões e realizam a confirmação de dados pessoais da vítima.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Outro esquema muito utilizado pelas quadrilhas, diz a Febraban, envolve aplicativos maliciosos. O golpe também começa com o envio de um e-mail suspeito com um link. Ao clicar, um vírus se instala no dispositivo dando acesso total aos bandidos. Com essa técnica, comumente chamada de phishing, eles conseguem acessar dados como nomes de usuário e senhas e realizar transações.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Febraban, as quadrilhas de phishing também costumam usar as redes sociais para ter acesso às informações das vítimas. Os criminosos usam perfis falsos com ofertas tentadoras de produtos mais baratos, promoções para ganho de pontos e milhagens e recadastramentos de segurança, usados como artifício para a captura de dados dos clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto que merece atenção são os celulares. A grande popularidade dos smartphones despertou a atenção das quadrilhas que passaram a criar golpes específicos para essa plataforma. É o caso do golpe da clonagem de WhatsApp, em que os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” (Configurações/Ajustes &gt; Conta &gt; Verificação em duas etapas). Desta forma é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo aplicativo.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ao receber um e-mail não solicitado ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se o remetente é, de fato, uma empresa idônea. Não clique em links. Digite os dados no navegador para acessar;</li>
<li>Ao utilizar sites de busca, verifique cuidadosamente o endereço (URL) para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores utilizam-se de “linkspatrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas;</li>
<li>Dê preferência a sites conhecidos e verifique a reputação de sites não conhecidos, lendo comentários de clientes que já utilizaram as plataformas;</li>
<li>Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou inscrever seus dados bancários;</li>
<li>Sempre utilize, em seu computador ou smartphone, softwares e aplicativos originais e mantenha sempre um antivírus atualizado;</li>
<li>Caso seu celular seja roubado, entre em contato com a central de atendimento de seu banco para comunicar a ocorrência e bloquear as operações que podem ser feitas via smartphone;</li>
<li>Não repasse nenhum código fornecido por SMS e nem qualquer outra informação sem confirmação com o setor responsável das empresas através dos canais de atendimento;</li>
<li>Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com o cliente através de aplicativos de mensagens, portanto sempre desconfie.</li>
<li>[/box]</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Agência Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>WhatsApp: usuário decide se entra ou não em grupos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 21:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[aceitar]]></category>
		<category><![CDATA[configurações]]></category>
		<category><![CDATA[convite]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
		<category><![CDATA[permissão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O WhatsApp começou a alterar, nesta quarta-feira, as configurações de privacidade de seus usuários. Com isso, permite que cada um decida quem e se podem adicioná-lo a grupos de bate-papo. O aplicativo tem cerca de 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo. E vem tentando encontrar formas de impedir o seu uso indevido, principalmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O WhatsApp começou a alterar, nesta quarta-feira, as configurações de privacidade de seus usuários. Com isso, permite que cada um decida quem e se podem adicioná-lo a grupos de bate-papo. O aplicativo tem cerca de 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo. E vem tentando encontrar formas de impedir o seu uso indevido, principalmente a propagação de notícias falsas. A novidade está sendo  liberada aos poucos a partir desta quarta-feira, nos sistemas Android e iOS.</p>
<p style="text-align: justify;">O serviço de mensagens disse em janeiro que limitaria o número de vezes que um usuário poderia encaminhar uma mensagem a cinco em uma tentativa de combater &#8220;desinformação e rumores&#8221;. Preocupações sobre o manuseio de informações pessoais pelo Facebook, dono do aplicativo, cresceram desde que a maior rede social do mundo admitiu em março que dados de milhões de usuários foram erroneamente coletados pela consultoria política Cambridge Analytica.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;info&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">Para ativar a nova função, é preciso acessar as &#8220;Configurações&#8221; do aplicativo, clicar em “Conta”, selecionar a opção “Privacidade” e depois “Grupos”. O usuário pode escolher entre três opções: permitir que todo mundo possa convidá-lo para grupos, que só contatos do celular possam convidar ou então que ninguém tenha a permissão.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Se o usuário escolher que ninguém tem a permissão, ele terá que aprovar o convite cada vez que alguém chamá-lo para um grupo. Além disso, quando o usuário restringir os convites aos seus contatos ou a ninguém, se alguma pessoa de fora da sua lista de amigos convidá-lo para um grupo, ele não deixará de ver o convite – a solicitação aparecerá em uma conversa privada. Nesses casos, o usuário terá três dias para aceitar entrar no grupo – se ele não responder, o convite expira.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: O Globo</p>
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		<title>Sobre a importância de escutar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2018 15:26:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Eliane Brum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luiz Osete Carvalho (*) Há poucos dias um amigo me contou, amargurado, que precisou excluir um dos membros de um grupo criado para organizar um evento. O cara começou a compartilhar informações que não tinham qualquer relação com o propósito daquele ajuntamento que deveria se debruçar sobre os aspectos logísticos e metodológicos de uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Por Luiz Osete Carvalho (*)</p>
<figure id="attachment_13914" aria-describedby="caption-attachment-13914" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="size-thumbnail wp-image-13914" src="https://www.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-150x150.jpg 150w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-300x300.jpg 300w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho-768x768.jpg 768w, https://teste.sosergipe.com.br/wp-content/uploads/2018/10/luis-oste-carvalho.jpg 900w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-13914" class="wp-caption-text">Msc Luis Osete</figcaption></figure>
<p>Há poucos dias um amigo me contou, amargurado, que precisou excluir um dos membros de um grupo criado para organizar um evento. O cara começou a compartilhar informações que não tinham qualquer relação com o propósito daquele ajuntamento que deveria se debruçar sobre os aspectos logísticos e metodológicos de uma nobre iniciativa: a realização de uma caminhada de três dias pelo sertão profundo. Caminhando para a quinta edição, a peregrinação sertaneja proporciona aos andarilhos uma experiência singular de imersão em um cenário idílico repleto de umbuzeiros, faveleiras, cactos, coroas de frade, bodes, passarinhos e muito sol, intenso e perene.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Pela primeira vez, a caminhada seria organizada por um grupo de WhatsApp, já que os encontros presenciais se tornaram custosos e os outros meios de comunicação, como o e-mail, o MSN e o Facebook, vegetam em completa obsolescência dialógica. Seria a vez de experimentar o famigerado zap zap, se o tal rapaz não tivesse esquecido os propósitos do grupo e pisado no acelerador da verborragia que tanto inunda o ambiente virtual atualmente. Aos apelos dos demais membros, de que o sujeito se ativesse às demandas das atividades que seriam planejadas para a concretização da caminhada, ele respondia com mais ferocidade. Eram textos e mais textos compartilhados que fugiam completamente das pretensões caminhantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Com pouco tempo, a impaciência abraçou alguns participantes que, solene e silenciosamente, se retiraram do grupo. Para não implodir de vez, o artífice da dispersão geral foi excluído sem cerimônia. O meu amigo, administrador do grupo, passou então a ser cobrado por um dos membros de ter violado um dos preceitos básicos do exercício democrático: a liberdade de expressão. Uma reunião presencial foi convocada com urgência para resolver o incidente diplomático que pode comprometer o caminho de tanta gente ávida por um mergulho sensorial na paisagem sertaneja tão sagrada e farta de esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Ironicamente, a comissão organizadora da caminhada costuma selecionar os participantes a partir de uma carta de afetos em que os aspirantes devem contar os seus planos, projetos, propósitos e devaneios com a empreitada. “Escute o teu Ser-Tão e permita que ele manifeste-se na tua escrita!”, clama o edital do ano passado. A proposta do caminho é que durante os cerca de 60 quilômetros cada caminhante possa, entre outras coisas, aguçar sua escuta em meio à paisagem catingueira. O que, já é possível constatar por essa desavença organizativa, não se trata de uma tarefa simples, fácil e corriqueira. Escutar-se, escutar os outros e escutar as coisas da vida são os grandes desafios contemporâneos.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">“Acho que há excesso de palavras faladas no mundo porque as pessoas temem se ouvir, caso silenciem. Minha teoria pessoal é que falam por medo do que o silêncio pode revelar sobre elas. Ou falam para encobrir o fato de que não têm nada a dizer”, escreve a jornalista Eliane Brum na reportagem <a href="http://elianebrum.com/reportagens/o-inimigo-sou-eu/">“O Inimigo sou eu”,</a> em que relata a sua experiência de participar de um curso de meditação vipássana. Atualmente realizado em todos os continentes, o curso exige que os participantes fiquem dez dias sem se comunicar. Além de não poder falar, gesticular ou mesmo olhar no olho do outro, o cursista precisa deixar na portaria tudo o que possa dizer alguma coisa: celulares, livros, blocos de anotações, agendas e até relógio com bip são recolhidos na entrada e devolvidos no final dos dez dias de silenciamento.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Abster-se de perturbar a paz interior e exterior é o primeiro passo para “ver as coisas como realmente são”, objetivo do curso de meditação. O segundo passo é manter a atenção na respiração o maior tempo possível, concentrando-se no aqui e agora das sensações que percorrem o nosso corpo. Em geral, estamos na nostalgia de um passado lamentoso ou glorioso ou no futuro catastrófico ou redentor. Aguçar a consciência para estar presente, simplesmente na observação constante de um ar que entra e sai pelas narinas, é um baita desafio. No final da jornada, a impressão é de ter feito uma travessia das lembranças mais remotas aos mares nunca dantes navegados, com direito a muitas tempestades, calmarias e naufrágios.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiz o curso de meditação vipássana este ano em João Pessoa (PB) e tenho recomendado outras pessoas a fazerem também. Poder dedicar dez dias a uma escuta atenciosa das próprias sensações é um luxo, eu bem sei. Nem todo mundo tem a possibilidade de abdicar das cobranças do dia a dia para mergulhar numa auto-observação tão profunda. Mas, quem tiver oportunidade de se distanciar brevemente dos afazeres da vida para somar à sua realidade sutilezas nunca antes percebidas, é imprescindível aproveitar com paciência e perseverança os benefícios que vão surgindo no transcurso da caminhada. É possível ainda fazer em casa uma sessão introdutória de meditação Anapana, a base da Vipássana, por meio de um vídeo disponível no Youtube em que o professor S.N.Goenka, responsável por sua difusão, ensina a técnica milenar.</p>
<p style="text-align: justify;">As descobertas desse mergulho abissal no corpo são impressionantes. Nas últimas linhas de sua reportagem, Eliane Brum assinala algumas importantes constatações. “Neste momento, sinto minha vida mais larga. Cada dia é longo. Tenho dificuldade de me concentrar no que aconteceu ontem, e a próxima semana está longe. Percebo o que é especial na hora em que acontece. Coisas muito simples, que antes nem identificaria. E descarto os acontecimentos desagradáveis no minuto seguinte. Quando sinto medo ou ansiedade, sei que vai passar. Só essa certeza já reduz os monstros à metade do seu tamanho”, discorre a jornalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao escutar a história de meu amigo, ainda sentindo o aroma da meditação vipássana, fiquei pensando em como os grupos de WhatsApp seriam mais saudáveis e com vida longa e feliz se os monstros dos textos inoportunos desaparecessem ou, quando muito, se reduzissem à metade do seu tamanho. E se ao invés de falar por todos os poros e transferir aos outros a sua necessidade de ser escutado, o mais novo excluído de um grupo de WhatsApp exercitasse a auto-observação das suas sensações e aprendesse a fixar a atenção na realidade natural do fluxo da respiração, mantendo a mente mais calma e focada? E se o meu amigo, ao invés de ficar revoltado com a impertinência do sujeito, a ponto de excluí-lo do grupo, aprendesse com a impermanência da vida a ser mais sensível ao sofrimento daquele que ignora a sua própria realidade interior, distante do entendimento da causa do sofrimento que habita em si?</p>
<p style="text-align: justify;">As respostas dessas questões e de tantas outras possíveis a partir da necessidade que todos temos de escutar e ser escutados não são passíveis de mera reflexão intelectual. Mudar um padrão de reações a sensações aversivas e compreender a necessidade da auto-observação são ações difíceis e, por vezes dolorosas. Entretanto, como poetiza Goethe, “cada um tem a felicidade em suas mãos, assim como o artista tem a matéria bruta, com a qual ele há de modelar uma figura. Mas ocorre com essa arte como com todas: só a capacidade nos é inata; faz-se necessário, pois, aprendê-la e exercitá-la cuidadosamente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Que possamos, pois, escutar, aprender, exercitar e caminhar mais felizes!</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Jornalista, psicólogo e mestre em Educação</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>WhatsApp terá videoconferência em grupo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 21:46:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os usuários do WhatsApp poderão realizar videoconferências em grupo e usar stickers nos bate-papos. O anúncio foi feito durante a F8, conferência para desenvolvedores promovida pelo Facebook. A previsão é de que as atualizações cheguem nos próximos meses ao aplicativo, que realiza diariamente mais de 2 bilhões de minutos de ligações de vídeo e áudio. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Os usuários do WhatsApp poderão realizar videoconferências em grupo e usar stickers nos bate-papos. O anúncio foi feito durante a F8, conferência para desenvolvedores promovida pelo Facebook. A previsão é de que as atualizações cheguem nos próximos meses ao aplicativo, que realiza diariamente mais de 2 bilhões de minutos de ligações de vídeo e áudio.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O evento também marca a saída do cofundador do mensageiro, Jan Koun, e a confirmação de que a versão Business do app permanecerá gratuita, contrariando as expectativas da época de seu lançamento. Não há muitos detalhes sobre como será a conversa por vídeo em grupo, mas uma imagem exibida na apresentação mostrou a participação de quatro pessoas simultaneamente. É provável que o número de participantes seja maior – recentemente, o Snapchat anunciou uma ferramenta semelhante com suporte a até 16 pessoas ao mesmo tempo.</p>
<p>[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">A chegada dos stickers é esperada há bastante tempo. O recurso já está presente outros programas de mensagem, como o Messenger e o rival Telegram. A aplicação permitirá que terceiros disponibilizem seu próprio pacote de imagens, como uma forma de manter ainda mais rica a galeria de opções.</p>
<p style="text-align: justify;">A direção do WhatsApp informou ainda que a versão do programa voltada para os negócios permanecerá gratuita. O programa já conta com a participação de mais de 3 milhões de empresas, e é possível que as grandes marcas sejam cobradas por vantagens adicionais, que as ajudaria a alcançar mais consumidores – e, consequentemente, a ganhar mais dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de ter sido palco para a divulgação das novidades para o WhatsApp, a F8 marcou a saída de Jan Koum, cofundador e CEO do mensageiro, do Facebook. Koum postou uma nota em sua conta pessoal na rede social confirmando a notícia, mas sem deixar claro os motivos. “Já faz quase uma década desde que Brian e eu começamos o WhatsApp, e tem sido uma jornada incrível com algumas das melhores pessoas. Mas é hora de seguir em frente”, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quase quatro anos, o aplicativo de bate-papo foi adquirido pela companhia de Mark Zuckerberg. Especula-se que desentendimentos sobre a forma como monetizar o WhatsApp e a preocupação em preservar os dados dos usuários possam ter sido algumas das razões para a saída.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Washington Post, o Facebook tinha interesse em realizar a cobrança de anuidade para obter dinheiro com o app, enquanto seus fundadores preferiam manter o modelo tradicional de publicidade. Também segundo o jornal, Koum acreditava que, para atender aos desejos da rede social de tornar as ferramentas do app mais funcionais, seria necessário tornar mais fraco o sistema de encriptação de mensagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Techtudo</p>
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		<title>WhatsApp será bloqueado novamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2016 15:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vai acontecer de novo.  Nas  próximas horas, o WhatsApp será bloqueado em todo Brasil, por conta de uma decisão da Justiça do Rio de Janeiro. Segundo a Globo News,  as empresas de telefonia foram notificadas, depois que o Facebook, mais uma vez, se recusou  a cumprir uma decisão  para fornecer informações sobre uma investigação policial. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vai acontecer de novo.  Nas  próximas horas, o WhatsApp será bloqueado em todo Brasil, por conta de uma decisão da Justiça do Rio de Janeiro. Segundo a Globo News,  as empresas de telefonia foram notificadas, depois que o Facebook, mais uma vez, se recusou  a cumprir uma decisão  para fornecer informações sobre uma investigação policial.  Essa é a segunda vez, este ano, que o aplicativo é bloqueado.  A última  vez foi em maio e a decisão partiu do juiz da Comarca de Lagarto (SE),  Marcel Maia Montalvão.  Agora,  um colega  de Marcel, no Rio de Janeiro,  toma a mesma  medida.</p>
<p style="text-align: justify;">A suspensão dos serviços de WhatsApp já viraram rotina no Brasil. Em dezembro de 2015, a Justiça de São Paulo ordenou o bloqueio do serviço por 48 horas,  justamente porque o Facebook &#8211;  dona do aplicativo – ter se recusado em colaborar com uma investigação criminal. Mas, o serviço ficou inativo por apenas 12 horas, porque outro juiz revogou  a decisão.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A luta entra a Justiça e o Facebook levou para a cadeia, também de forma temporária,  o principal executivo do aplicativo no Brasil.  O vice-presidente do Facebook para América Latina, Diego Jorge Dzodan, foi preso no dia 1º de março, em São Paulo, por ordem do juiz sergipano Marcel Maia Montalvão, que ainda  aplicou uma multa de R$ 1 milhão na empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Naquela época, Marcel – que até hoje nunca deu entrevistas – enviou uma nota  informando que o Facebook foi acionado três vezes para que cumprisse a ordem judicial, mas não o fez.</p>
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		<title>O homem que parou o WhatsApp no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2016 12:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Aracaju]]></category>
		<category><![CDATA[juiz]]></category>
		<category><![CDATA[Lagarto]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz Marcel Maia Montalvão, 55 anos, que derrubou o WhatsApp por pouco mais de 24 horas e que, em março passado, mandou prender o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, é um homem recluso, anda em carro blindado, oferecido pelo Tribunal de Justiça de Sergipe, e tem segurança do Estado durante 24 horas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O juiz Marcel Maia Montalvão, 55 anos, que derrubou o WhatsApp por pouco mais de 24 horas e que, em março passado, mandou prender o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, é um homem recluso, anda em carro blindado, oferecido pelo Tribunal de Justiça de Sergipe, e tem segurança do Estado durante 24 horas. É firme nas decisões e honesto e investiga uma quadrilha internacional de drogas em Lagarto, daí a insistente busca dos diálogos no WhatsApp. Em Sergipe, chega a ser comparado por alguns advogados, como um Sérgio Moro – o juiz federal da Operação Lava Jato.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">O perfil de Marcel e a informação da investigação sobre a quadrilha internacional que está sendo investigada são do também juiz e amigo pessoa, Manoel Costa Neto, da Comarca de São Cristóvão, região metropolitana de Aracaju. Eles se conhecem desde os 11 anos de idade. “Por Marcel ser diligente e rigoroso, a Polícia Federal sempre lhe busca como apoio na investigações”,  afirmou Costa Neto, ao lembrar que ele e Marcel passaram no vestibular para Engenharia Química. Manoel nem chegou a cursar e foi fazer Direito, mas Marcel prosseguiu.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Manoel Costa Neto, Marcel foi um aluno tão exemplar que saiu da faculdade para o emprego, na Exxon e se tornou o maior especialista na América Latina em lama de petróleo. “Ele ganhava, na época, o equivalente a R$ 100 mil por mês, até que um acidente numa plataforma no Rio de Janeiro, começou a por fim à sua carreira”, lembrou Costa Neto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Ele recebeu um vultosa indenização da empresa, num acordo de demissão, mas o Plano Collor confiscou o dinheiro. Ele passou três anos afastado do setor petrolífero e quando voltou ninguém o quis mais. Resultado, Marcel ficou vivendo com uma mesada do pai, de R$ 50 por mês. Se fosse um desequilibrado teria bebido veneno ou dado um tiro na cabeça” contou.</p>
<div id="OAS_Position1" class="container-banner row loaded" style="text-align: justify;"> “Marcel é tão rígido que chega a ser chato. Eu estou dizendo isso porque sou amigo de muitos anos dele”, afirmou Costa Neto. “Mas é um criatura simples demais. Quando ele entrou para magistratura, foi para Estância e lá desbaratou uma quadrilha do PCC (Primeiro Comando da Capital) e a polícia descobriu um esquema para matá-lo. Em virtude disso, pegou uma licença do Tribunal de Justiça e passou quatro meses no exterior. Hoje vive recluso em casa, porque não quer sair escoltado pela polícia. Faz audiência armado e com colete a prova de balas. Ele sempre pede desculpas aos advogados por trabalhar  armado”, narrou  Costa Neto.</div>
<p style="text-align: justify;"><strong>[box type=&#8221;shadow&#8221; align=&#8221;&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Postura –</strong> “Ele fala direto, não gosta de arrodeios, como se diz aqui no Nordeste, mas isso não lhe tira a educação”, disse o presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), Antônio Henrique de Almeida Santos. Marcel entrou na magistratura em 2004, “é um excelente profissional e batalhador e vem de outra profissão e mudou completamente o rumo”. O juiz era engenheiro químico e depois resolveu enveredar pelo Direito e passou no concurso para juiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da Ordem dos Advogados em Sergipe (OAB-SE),  Henri Clay Andrade, Marcel é um juiz sério e diligente. “Não conheço  nenhum ato de reprovação profissional dele. As decisões são muito rigorosas e ele leva muito sério o combate ao crime organizado, ao  tráfico de entorpecentes”, afirmou. Henri Clay considerou desproporcional a  decisão de bloquear o WhatsApp, prejudicando 100 milhões de pessoas no País.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O presidente da Associação Sergipana dos Advogados Criminalistas, Emanuel Cacho, disse que Marcel é bastante rígido nas posições, mas é um homem sério e equilibrado. “A rigidez dele é dentro da legalidade. É um juiz ativo que não deixa de decidir. Assim como Moro (Sérgio Moro) revolucionou  a capacidade que o juiz tem de fazer investigação criminal, naturalmente como Ministério Público Federal e Polícia Federal,  Marcel é o que podemos chamar de um excelente juiz. Simplesmente, ele não lava as mãos, não para diante das dificuldades e tem tentado buscar soluções jurídicas, embora surpreendentes, mas dentro do campo da legalidade”, completou Cacho.</p>
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		<title>Desembargador sergipano desbloqueia WhatsApp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antônio Carlos Garcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2016 19:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Lagarto]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal de Justiça de Sergipe]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bloqueio ao aplicativo WhatsApp terminou. A decisão foi tomada agora a tarde, 3, pelo desembargador Ricardo Múcio Abreu, do Tribunal de Justiça de Sergipe, que acatou recurso dos advogados do WhatsApp. As operadoras já reestabeleceram o serviço. O WhatsApp foi bloqueado na segunda-feira, a partir das 14 horas,  por decisão do juiz criminal de Lagarto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O bloqueio ao aplicativo WhatsApp terminou. A decisão foi tomada agora a tarde, 3, pelo desembargador Ricardo Múcio Abreu, do Tribunal de Justiça de Sergipe, que acatou recurso dos advogados do WhatsApp. As operadoras já reestabeleceram o serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">O WhatsApp foi bloqueado na segunda-feira, a partir das 14 horas,  por decisão do juiz criminal de Lagarto, Marcel Maia Montalvão, e com isso, cerca de 100 milhões de pessoas ficaram sem essa ferramenta de comunicação. Na madrugada  desta terça-feira, o desembargador Cezário Siqueira Neto manteve a decisão de Marcel, mas Ricardo Múcio a reverteu.</p>
<p style="text-align: justify;">[box type=&#8221;warning&#8221; align=&#8221;aligncenter&#8221; class=&#8221;&#8221; width=&#8221;&#8221;]</p>
<p style="text-align: justify;">A suspensão ocorreu porque o WhatsApp não deu informações num processo que corre em segredo de Justiça sobre tráfico de drogas (20160011089). &#8220;A decisão já foi disponibilizada no site do TJSE para dar ciência às partes e autoridades interessadas&#8221;, diz o Tribunal de Justiça de Sergipe.</p>
<p style="text-align: justify;">[/box]</p>
<p style="text-align: justify;">O juiz Marcel Montalvão foi o mesmo que, no dia 1º de março deste ano, mandou prender o vice-presidente do Facebook na América Latina, Diego Dzodan, por ter descumprido uma ordem judicial para que o Facebook quebrasse o sigilo de mensagens de investigados envolvidos em tráfico de drogas na região de Lagarto.</p>
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